Teste do pezinho pode identificar doenças raras e salvar vidas nos primeiros dias do bebê
- O Longevolo

- 5 de jun.
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Realizado entre o 3º e o 5º dia de vida, o teste do pezinho é um dos exames mais importantes para a saúde do recém-nascido. Obrigatório e oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ele permite identificar precocemente doenças genéticas, metabólicas, infecciosas, endocrinológicas e hematológicas que podem comprometer o desenvolvimento infantil.
O exame consiste na coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê, procedimento simples, rápid

o e seguro. A triagem possibilita detectar condições que muitas vezes não apresentam sintomas nos primeiros meses de vida, permitindo o início precoce do tratamento e reduzindo o risco de sequelas graves.
Entre as doenças mais conhecidas rastreadas pelo teste estão o hipotireoidismo congênito, a fenilcetonúria, a fibrose cística, a anemia falciforme e a hiperplasia adrenal congênita.
Especialistas destacam que um resultado alterado não significa necessariamente a confirmação de uma doença, mas indica a necessidade de exames complementares para investigação. Por isso, é fundamental que os pais acompanhem o resultado e sigam as orientações médicas.
A triagem neonatal é considerada uma das mais importantes estratégias de prevenção em saúde pública, contribuindo para o diagnóstico precoce e para uma melhor qualidade de vida das crianças.
5 curiosidades sobre o teste do pezinho
• O exame é realizado no Brasil desde a década de 1970.
• Seu nome técnico é Triagem Neonatal Biológica.
• Alguns bebês podem precisar repetir a coleta para garantir resultados mais precisos.
• Dependendo da modalidade, o exame pode identificar dezenas de doenças raras.
• Um resultado alterado funciona como alerta para investigação, e não como diagnóstico definitivo.




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